



Nem tudo que reluz é ouro: da mesma forma uma imagem que apresenta comida com bom aspecto suscita apetite para quem a observa, a publicidade...




Os estereótipos muitas vezes conduzem as pessoas a pensamentos errados. Só mesmo uma ficção para mostrar que o inesperado é também possível ...

Cartaz de Shtisel Tentar perceber uma realidade diferente da nossa pode ser, para alguns, um exercício difícil, caso contrário o mundo seria...




Para quem acompanha séries compreende o sentimento de afeição que os espectadores criam com as personagens. Firefly Lane , estreada a 3 de F...

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| Cartaz de Firefly Lane |
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| Frame: Firefly Lane |
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| Frames: Firefly Lane |
Quem se lembra da Ana dos Cabelos Ruivos ? Aquela menina que cresce devagarinho. Assim começa o voice over da animação, dirigida por Isao T...

Para muitos brasileiros, Laerte Coutinho é um dos nomes incontornáveis quando se fala da história das tiras e dos quadradinhos no Brasil. Co...

As séries nórdicas têm ocupado um espaço de destaque na Netflix, pelo menos quem as segue sabe que ainda tem algumas por onde escolher. Love...

As séries nórdicas têm ocupado um espaço de destaque na Netflix, pelo menos quem as segue sabe que ainda tem algumas por onde escolher. Love and Anarchy não aborda nenhuma temática profunda e complexa sobre a vida, no entanto tem a capacidade de entreter quem precisa de uma hora ou duas de despreocupação. Uma série que se agarra ao humor, a algum surrealismo e drama.
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| Cartaz, Love and Anarchy |
No que respeita à sinopse, Sofie divide-se entre duas ocupações primordiais, ser mãe e consultora. Esta personagem vive ainda o sonho de uma adolescente que criou um livro e cujo género prende-se a uma narrativa que é motivo de troça para as cenas de convívio social do seu marido. Este passa a vida a negligenciar constantemente o lado criativo e sonhador do seu cônjuge. Mas o que a série criada por Lisa Langseth tem de catchy é a relação e jogo de sedução que Sofie desenvolve com o seu colega de trabalho Max. Este jovem, apesar de ser muito mais novo que Sofie e ao contrário do seu marido, valoriza a alma adolescente e idealista desta mulher. Do elenco incluem-se personagens com as quais nos podemos identificar e "gargalhar".
O estilo de filmagem influencia-se no Dogma 95, o zoom é assumido para criar momentos mais realistas e intimistas.
Fica aqui a sugestão para quem quiser relaxar um pouco, após um dia de muita preocupação.
Texto: Priscilla Fontoura
É um pouco injusto não dar continuidade à visualização de uma série por causa de um primeiro episódio que não pareça promissor. Não sei se s...

É um pouco injusto não dar continuidade à visualização de uma série por causa de um primeiro episódio que não pareça promissor. Não sei se será bem o caso da série de produção brasileira Bom Dia, Verônica, criada por Raphael Montes, uma adaptação do livro da dupla Llana Casoy e Raphael Montes publicado sob o pseudónimo Andrea Killmore, mas, à primeira vista, a série pode não inspirar à visualização de episódios posteriores.
Tainá Muller representa a escrivã Verônica que protagoniza a trama trágico-dramática. A segurança de Verônica, durante toda a temporada, é posta em causa pela história que vai sendo descortinada ao longo da temporada que desvenda o laço enredado por toda uma trama que gira à volta da corrupção presente no corpo policial e na justiça. Bom Dia, Verônica não descura o alto nível de produção. A intencionalidade visual reside em destacar os momentos mais gráficos e marcantes ao estilo fotográfico dos filmes neo noir.
O género documental nem sempre foi muito bem "tolerado" pelos espectadores de cinema mais comercial e de entretenimento, talvez po...

Felizmente há sociedades que estão na linha da frente no que respeita a lidar com as vicissitudes das realidades existentes. A série nórdica...

Felizmente há sociedades que estão na linha da frente no que respeita a lidar com as vicissitudes das realidades existentes. A série nórdica Bonus Family, criada por Clara Herngren, Felix Herngren, Moa Herngren e Calle Marthin, tem como eixo central um casal que pretende constituir uma nova família que depende ainda das responsabilidades anteriores de outros casamentos para se auto-gerir da melhor maneira. Os filhos de outros matrimónios têm problemas de adaptação a uma nova família, nesse sentido a narrativa atravessa desafios emocionais e logísticos difíceis de administrar.
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| Bonus Family, cartaz |
Texto: Priscila Fontoura
Na Arménia as crianças aprendem desde a sua entrada para a escola a matemática do xadrez. Muitos cidadãos do Leste europeu procuram também n...

Na Arménia as crianças aprendem desde a sua entrada para a escola a matemática do xadrez. Muitos cidadãos do Leste europeu procuram também na destreza deste jogo a satisfação da passagem do tempo que coloca em combustão os neurónios e apura o sentido estratégico.
Claro que quando se aproxima a quadra natalícia as séries, filmes e outras distracções televisivas e cinematográficas fazem-nos passar grande parte do tempo a actualizar o que temos na lista para ver, o momento atípico que ficará marcado na história do planeta Terra ajuda também a essa missão. O que a série The Queen's Gambit tem de atraente é o facto de escolher para protagonista uma mulher que domina o xadrez, numa altura em que o mundo era completamente dominado pelos homens. A série distribuída pela Netflix faz do xadrez um jogo mágico e misterioso, levando os espectadores mais curiosos a descarregarem aplicações do jogo de tabuleiro e traz, também, à superfície a discussão sobre a competitividade presente nesse meio ainda tão sexista.
Elizabeth Harmon (Anya Taylor-Joy) é uma orfã prodígio do xadrez que com a ajuda dos "comprimidos verdes" e do seu mentor Sr. Shaibel não resiste a participar e a competir num submundo ocupado por homens. Embora muitos dos apelidos dos seus contra-estrategas serem judeus, a série mostra toda a ambiência evidente nos EUA dos anos 60, das cores garridas e da vaidade de mulheres bem vestidas que idealizavam o seu mundo profissional nos mesmos lugares dos homens. A obsessão de Beth em tornar-se num prodígio, que vai-se assumindo num compasso rápido graças à sua inteligência espacial e ao consumo de tranquilizantes que alteram a mente, acaba por concretizar-se não só devido à sua sobredotação, mas também ao tempo que dedica a conhecer todas as possibilidades deste jogo tão complexo.
A série de drama desenvolvida por Scott Frank e Allan Scott é baseada no livro homónimo, escrito por Walter Tevis lançado em 1983.
Texto: Priscilla Fontoura
Numa Relação Séria com a Netflix: The Queen's Gambit (2020-)
O documentário de longa duração Joan Didion: The Center Will Not Hold atravessa a viagem que se faz à volta da vida da escritora. O retrato...
Quando Fidel Castro assumiu o poder após a derrota de Fulgêncio Baptista, em 1959, tornou-se primeiro-ministro de Cuba, cargo que ocupou até...

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| Cuba and the Cameraman |
Vencedor de 15 prémios Emmy, John Alpert acompanha o percurso de três famílias cubanas ao longo de quatro décadas conturbadas. A sua abordagem é participativa e directa, combinando imagens de arquivo com entrevistas e momentos de forte envolvimento pessoal.
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